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Equipar a cidade com melhor transporte e hotelaria está entre as metas
Rio - O Rio tem pela frente um desafio hercúleo: fazer valer o voto de confiança do Comitê Olímpico Internacional. Um Pan-americano na bagagem conta a favor da cidade, que deverá repetir vitórias e evitar vexames. Mas a missão cumprida no Pan ganhará proporções mundiais. São 5 vezes mais países participantes — de 42 para 200 —, além de funcionários e voluntários envolvidos. A maratona está só começando. “Agora, começa a mobilização para os Jogos serem executados com qualidade e legalidade”, diz o consultor da ONG Contas Abertas, Gil Castelo Branco.
Principal crítica de quem foi contra a Olimpíada, o risco de má gestão dos recursos assombra. Cálculos subestimados e serviços sem licitação, como no Pan, seriam escândalos homéricos, já que a verba para 2016 ganha zeros à direita: R$ 25,6 bilhões, contra R$ 1,5 bilhão do Pan. “Precisa ficar claro quais são as obras. E os tribunais de contas devem fiscalizar sistematicamente”, completa ele.Milhares de pessoas lotaram as areias da Praia de Copacabana
O Dia Online
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